Bruno Coelho, o herói da final sem "adjetivos para classificar o sentimento" da vitória

No final do jogo, o marcador do golo da vitória defendeu que Portugal "é um justo vencedor" do Campeonato da Europa de Futsal. Selecionador emocionado: "Sentimos que ia cair e tinha que cair para nós"

"Nem tenho adjetivos para classificar o sentimento, as coisas que são ditas, toda a força que esta seleção tem, o acreditar". Bruno Coelho ainda não estava em si, no final do jogo em que Portugal se sagrou campeão da Europa de futsal, com o golo marcado por si a 56 segundo do final do prolongamento.

Emocionado estava também o selecionador nacional, Jorge Brás. "Sabíamos o que queríamos e íamos lutar com as nossas armas e com Portugal a apoair-nos". No final da entrevista, agradeceu às suas três famílias: "Esta família que aqui esteve, a família do futsal em Portugal e a minha família, a minha mulher e aminha filha", disse com lágrimas nos olhos.

Ricardinho, eleito o melhor jogador da competição, elogiou os colegas de equipa. Falou da lesão - "foi uma coisa que aconteceu com um colega de equipa, foi uma entorse, mas as dores amanhã a gente vê, agora o importante é festejar" -, mas também da conquista do título que lhe faltava e da próxima conquista. "É um título que me faltava e foi bonito ver os companheiros que a primeira coisa que me diziam era 'conseguimos, tu merecias isto', mas merecemos todos, Portugal necessitava também deste trofeu, estou muito feliz. Agora temos que pensar é no próximo e só falta ganhar o mundial."

O guarda-redes André Sousa, que Ricardinho considerou o melhor jogador do torneio, admitiu a maior responsabilidade que o troféu traz. E agradeceu o apoio que foi dado à equipa "não apenas presencialmente, mas também pelas redes sociais". "Sentimos essa energia positiva."

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