Uma defesa de novas oportunidades. Fejsa é o senhor que se segue

Lindelöf é o único central disponível para o jogo de amanhã com o Zenit. Ricardo Rocha acredita que o sérvio é a melhor opção. Isto apesar da chamada do jovem Rúben Dias

O médio defensivo Fejsa vai, ao que tudo indica, ocupar o lugar no eixo da defesa deixado vago por Jardel (castigado), no jogo de amanhã (17.00) em São Petersburgo, onde o Benfica tem de defender a vantagem de 1-0 frente ao Zenit para alcançar o apuramento para os quartos-de-final da Liga dos Campeões. O sérvio deve ser o escolhido pelo técnico Rui Vitória, apesar da chamada do ainda júnior Rúben Dias, de 18 anos, que tem alinhado pela equipa B.

"Fazemos de problemas novas oportunidades." Esta foi uma frase utilizada por Rui Vitória após a vitória de sábado em Alvalade, a propósito da lesão de Júlio César que abriu as portas do onze ao jovem guarda-redes Ederson Moraes. É afinal uma ideia que faz todo o sentido se analisarmos a forma como o técnico tem lidado com as várias lesões prolongadas que têm afetado o setor defensivo.

Até agora contabilizam-se cinco jogadores lesionados, já contando com Júlio César. Todas estas situações abriram as portas da titularidade a outros atletas que agarraram a oportunidade. Tudo começou com Nélson Semedo, que, após nove jogos como aposta como defesa direito, se lesionou gravemente ao serviço da seleção num jogo com a Sérvia, do Euro 2016, dando o seu lugar a Sílvio, que fez depois oito jogos como titular. Só que uma pequena lesão obrigou o treinador a recorrer a André Almeida, que desde então tem sido o eleito do técnico.

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