Exclusivo Tecnologia. Como Tino Navarro a quer usar para descentralizar o cinema

Produtora de cinema quer ser a primeira a utilizar tokens e NFT para abrir as portas aos bastidores de produções. Solução "pode ser alargada a áreas como a política", considera produtor.

Tokens, NFT e blockchain - termos que, à partida, não se associam ao cinema, mas que a produtora portuguesa MGN quer começar a aliar à Sétima Arte. O objetivo principal é "estabelecer formas de comunicação ativas entre todos, quebrando as barreiras existentes" e, assim, descentralizar e abrir o processo de produção cinematográfica a mais pessoas.

"A comunidade da MGN vai ser constituída por dois tipos de pessoas: quem trabalha nas produções e, depois, os espetadores que as virem nas salas de cinema", explica Tino Navarro.

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