Exclusivo San Sebastián - cinema revitalizado e com tempero

Arranca hoje e até dia 26 o maior festival de cinema espanhol, um dos incontornáveis acontecimentos da rentrée cinematográfica mundial. O Festival de San Sebastián junta vedetas de Hollywood mas também nomes de respeito como Zhang Yimou e Terence Davies. O DN vai acompanhar esta "fiesta" de cinema.

Uma armada espanhola fortíssima, antestreias que metem respeito e as "pérolas" repescadas a Toronto e Veneza. É assim a edição deste ano do Festival de San Sebastián, Donostia para os amigos. Durante um pouco mais de uma semana, a bela cidade do País Basco torna-se na capital mundial do cinema.

Da competição oficial, nota-se a ausência, uma vez mais, do cinema português. A seleção apostou nos grandes nomes do cinema espanhol depois de Veneza ter garantido Mães Paralelas, de Pedro Almodóvar. A concorrer para a Concha de Ouro destacam-se os novos de Fernando Léon de Aranoa, El Buén Patron; Jonas Trueba, Quién lo Impide, retrato entre a ficção e o documental do estado da juventude espanhola; Iciar Bollaín, Maixabel, nova meditação sobre os traumas das vítimas da ETA; e Paco Plaza, La Abuela, um conto de terror sobre o lugar da terceira idade. Mas talvez venham de França dois dos evidentes favoritos: Arthur Rambo, de Laurent Cantet, cineasta de A Turma, aqui a filmar as convulsões das redes sociais na nossa sociedade; e Vous ne Désirez que Moi, de Claire Simon, uma história sobre os fantasmas de Marguerite Duras.

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