Exclusivo O Cinanima expande-se

Arrancou em Espinho o Cinanima, aquele que já foi o maior festival de animação nacional e que agora quer ter nova vida com Pedro Serrazina como diretor. Um acontecimento cultural numa cidade aberta à ilustração, a instalações e exposições até domingo.

Começou ontem oficialmente o histórico Cinanima, este ano sob a batuta de Pedro Serrazina, realizador de animação, o nome ideal para dar um novo fôlego a um festival que quer recuperar o prestígio perdido. Na 45.ª edição olhamos para a programação e encontramos sangue e ideias inovadoras. Um festival em rota de outro ciclo que quer agitar as águas e trazer animação para um público adulto e ser sobretudo um encontro cultural, onde as exposições e as instalações podem ganhar um peso igual ao da passagem de filmes.

Na abertura, foi bonito ver no Centro Multimeios de Espinho casa cheia com Where is Anne Frank, o novo e bem singular filme de Ari Folman, uma animação que imagina a amiga imaginária de Anne Frank nos nossos dias. Prova de vida de um público que ainda acredita que este não é um festival obsoleto. Yoni Gooodman, o diretor de animação do filme, esteve presente e esta quarta-feira tem uma conversa com o público alguns quilómetros a norte, no Porto, nos Maus Hábitos.

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