Experiência de realidade virtual “Smithsonian Viagem Pelo Cosmos” no Terreiro do Paço a partir de dia 17
A experiência de realidade virtual “Smithsonian Viagem Pelo Cosmos”, desenvolvida em colaboração com o centro de investigação norte-americano Smithsonian Astrophysical Observatory, que percorre o nascimento de estrelas, buracos negros ou a Via Láctea, será inaugurada a 17 de setembro na sala subterrânea da Estação do Metro do Terreiro do Paço.
A viagem pelo espaço baseia-se em dados científicos reais, com base nas investigações de observatórios como o Telescópio Espacial Hubble ou James Webb, que também fazem parte desta experiência inédita em Portugal, indica um comunicado enviado às redações.
"Esta experiência interativa de exploração livre convida os visitantes a testemunharem o nascimento e a morte das estrelas, a explorarem galáxias distantes e a ficarem frente a frente com um buraco negro, tudo isto sem sair da Terra", indica a nota.
Os interessados podem inscrever-se na lista de espera em smithsonianstarstruck.com/lisboa/.
O Starstruck "baseia-se em décadas de investigação astronómica para transformar dados científicos num universo totalmente imersivo, interativo e explorável a pé", tendo sido construído "a partir de dados astronómicos reais".
Ao longo da experiência, os visitantes viajam ao lado de alguns dos observatórios mais poderosos da humanidade, incluindo o Telescópio Espacial Hubble, o Telescópio Espacial James Webb e o Observatório de Raios X Chandra, enquanto encontram exoplanetas extremos, testemunham o ciclo de vida das estrelas e exploram a imensa escala das galáxias e dos buracos negros.
"Smithsonian Starstruck é o reflexo de anos de colaboração cuidada entre diferentes áreas do Smithsonian", afirmou Denise Elliott, Presidente Interina da Smithsonian Enterprises, citada pela nota. "Ao trabalharmos em estreita colaboração com o SAO e a Fever, estamos a levar a ciência e a narrativa do Smithsonian para um formato imersivo que chega a novos públicos, ao mesmo tempo que apoia a nossa missão", acrescentou.
"Este projeto demonstra como as experiências imersivas podem tornar ideias científicas complexas mais concretas e envolventes", considera Randall Smith, Diretor-Adjunto para a Ciência no Center for Astrophysics do SAO. "É entusiasmante ver dados astronómicos transformados numa experiência que desperta a curiosidade e incentiva a exploração", aditou.

