Fiscalização rápida da EMEL feita de BMW

Equipas criadas para fiscalizar carros em segunda fila multaram num único mês quase 800 condutores

Arrancaram antes do verão as equipas de fiscalização rápida para multar carros em segunda fila ou parados a bloquear as faixas reservadas a transportes públicos. Um mês depois, os resultados da campanha 2ª Fila Não É Opção apontavam o êxito: num único mês, 793 multas por estacionamento em segunda fila, metade das quais com bloqueamento incluído, segundo números avançados à TSF.

O que não se conhecia eram as motos compradas para dar vida a essa iniciativa: quatro BMW GS a gasolina que, no modelo de cilindrada mais baixa, chegam aos 192 km/h. E cujo preço de mercado é de cerca de 10 mil euros.

Pelo seu volume, as BMW ficam muitas vezes presas no trânsito, o que dificulta o objetivo de os agentes poderem estar em movimento de forma constante e aceder a mais espaços e locais de forma rápida.

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Tal como o desejo erótico, o medo é uma daquelas emoções universais que se fragmenta em inúmeras idiossincrasias no ponto de chegada. Além de ser contextual, depende também muito da maneira como um elemento exterior interage com o nosso repositório pessoal de fobias e atavismos. Isto, pelo menos, em teoria. Na prática (a prática, para este efeito, é definida pelo somatório de explorações ficcionais do "medo" no pequeno e no grande ecrã), a coisa mais assustadora do mundo é aparentemente uma figura feminina magra, de cabelos compridos e desgrenhados, a cambalear aos solavancos na direcção da câmara. Pode parecer redutor, mas as provas acumuladas não enganam: desde que foi popularizada pelo filme Ring em 1998, esta aparição específica marca o ponto em filmes e séries ocidentais com tamanha regularidade que já se tornou uma presença familiar, tão reconfortante como um peluche de infância. É possível que seja a exportação japonesa mais bem-sucedida desde o Toyota Corolla e o circuito integrado.

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Pelo facto de dormir no quarto da minha irmã (quase cinco anos mais velha do que eu), tiveram de explicar-me muito cedo por que diabo não a levavam ao hospital (nem sequer ao médico) quando ela gania de tempos a tempos com dores de barriga. Efectivamente, devia ser muito miúda quando a minha mãe me ensinou, entre outras coisas, aquela palavra comprida e feia - "menstruação" - que separava uma simples miúda de uma "mulherzinha" (e nada podia ser mais assustador). Mas tão depressa ma fez ouvir com todas as sílabas como me ordenou que a calasse, porque dizia respeito a um assunto íntimo que não era suposto entrar em conversas, muito menos se fossem com rapazes. (E até me lembro de ter levado uma sapatada na semana seguinte por estar a dizer ao meu irmão para que servia uma embalagem de Modess que ele vira no armário da casa de banho.)