Open House regressa a 30 de junho e 1 de julho

Organizada pela Casa da Arquitetura, a edição de 2018 abre as portas de 65 espaços no Porto, em Gaia, e em Matosinhos

70% dos espaços que serão mostrados na quarta edição do Open House Porto, no fim de semana de 30 de junho e 1 de julho, são inéditos. Mais cinco do que na edição anterior, 65 espaços abrem-se ao público, uma escolha dos arquitetos Inês Moreira e João Paulo Rapagão.

O foco desta edição que decorrerá no Porto, em Matosinhos e em Gaia, organizada e produzida pela Casa da Arquitetura - Centro Português de Arquitetura, "centra-se em arquiteturas de utilização industrial e naquelas de sustentação das suas atividades", "numa demonstração clara de que as cidades que herdámos souberam assimilar e conciliar a indústria com os diversos usos que as estimulam e mobilizam", dizem os comissários, citados no comunicado enviado às redações. Segundo Inês Moreira e João Paulo Rapagão, "a indústria gerou e operou mutações profundas" nas três cidades "em terrenos diversos associados ao rio e aos transportes, à energia e às infraestruturas civis, gerando também os vazios que se transformaram em novas oportunidades urbanas"

Até 13 de abril estarão abertas candidaturas para o recrutamento de 250 voluntários, que orientarão os visitantes pelos espaços que naquele fim de semana de verão abrem as suas portas, normalmente fechadas em muitos casos.

Exclusivos

Premium

história

A América foi fundada também por angolanos

Faz hoje, 25 de agosto, exatos 400 anos que desembarcaram na América os primeiros negros. Eram angolanos os primeiros 20 africanos a chegar à América - a Jamestown, colónia inglesa acabada se ser fundada no que viria a ser o estado da Virgínia. O jornal The New York Times tem vindo a publicar uma série de peças jornalísticas, inseridas no Project 1619, dedicadas ao legado da escravatura nos Estados Unidos. Os 20 angolanos de Jamestown vinham num navio negreiro espanhol, a caminho das minas de prata do México; o barco foi apresado por piratas ingleses e levados para a nova Jamestown. O destino dos angolanos acabou por ser igual ao de muitos colonos ingleses: primeiro obrigados a trabalhar como contratados e, ao fim de alguns anos, livres e, por vezes, donos de plantações. Passados sete anos, em 1626, chegaram os primeiros 11 negros a Nova Iorque (então, Nova Amesterdão) - também eram angolanos. O Jornal de Angola publicou ontem um longo dossiê sobre estes acontecimentos que, a partir de uma das maiores tragédias da História moderna, a escravatura, acabaram por juntar o destino de dois países, Angola e Estados Unidos, de dois continentes distantes.

Premium

história

A América foi fundada também por angolanos

Faz amanhã, 25 de agosto, exatos 400 anos que desembarcaram na América os primeiros negros. Eram angolanos os primeiros 20 africanos a chegar à América - a Jamestown, colónia inglesa acabada se ser fundada no que viria a ser o estado da Virgínia. O jornal The New York Times tem vindo a publicar uma série de peças jornalísticas, inseridas no Project 1619, dedicadas ao legado da escravatura nos Estados Unidos. Os 20 angolanos de Jamestown vinham num navio negreiro espanhol, a caminho das minas de prata do México; o barco foi apresado por piratas ingleses e levados para a nova Jamestown. O destino dos angolanos acabou por ser igual ao de muitos colonos ingleses: primeiro obrigados a trabalhar como contratados e, ao fim de alguns anos, livres e, por vezes, donos de plantações. Passados sete anos, em 1626, chegaram os primeiros 11 negros a Nova Iorque (então, Nova Amesterdão) - também eram angolanos. O Jornal de Angola publicou ontem um longo dossiê sobre estes acontecimentos que, a partir de uma das maiores tragédias da História moderna, a escravatura, acabaram por juntar o destino de dois países, Angola e Estados Unidos, de dois continentes distantes.