António Casalinho, de 12 anos, vence o Youth American Grand Prix

O bailarino António Casalinho, de 12 anos, da Annrella - Academia de Ballet e Dança, de Leiria, venceu na sexta-feira o Youth American Grand Prix, de Nova Iorque, na categoria juniores, foi hoje divulgado.

O bailarino português já tinha vencido este ano, em Paris, a semifinal europeia do Youth American Grand Prix.

Para as finais mundiais, que decorreram em Nova Iorque (Estados Unidos da América), estavam apurados 10 portugueses - cinco da academia Annarella, três do Espaço Dança, do Porto, e dois do Conservatório Nacional, em Lisboa -, entre 4.000 candidatos.

Em 2014, em Paris, também na Youth American Grand Prix, António Casalinho conquistou o Hope Award-Grand Prix (Prémio Esperança), para melhor bailarino do concurso.

Em Nova Iorque, este ano, a Annarella - Academia de Ballet e Dança, viu dois alunos seus, solistas juniores, entre 171 candidatos, tendo Francisco Gomes ficado no top 12.

O "pas de deux" protagonizado por Margarita Fernandes, de 10 anos, e António Casalinho, os mais novos em concurso, classificou-se no top 6, entre 36 pares candidatos.

A escola leiriense viu ainda duas das suas três coreografias no top 12, entre 130 concorrentes, segundo a Annarella.

Fernando Fernandes, da academia, realçou à Lusa que estes resultados "foram os mais elevados de sempre alcançados por Portugal nesta competição" e alertou para "o baixo orçamento de que a escola dispõe, tanto mais tendo em conta as suas congéneres em concurso".

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

O populismo entre nós

O sucesso eleitoral de movimentos e líderes populistas conservadores um pouco por todo o mundo (EUA, Brasil, Filipinas, Turquia, Itália, França, Alemanha, etc.) suscita apreensão nos países que ainda não foram contagiados pelo vírus. Em Portugal vários grupúsculos e pequenos líderes tentam aproveitar o ar dos tempos, aspirando a tornar-se os Trumps, Bolsonaros ou Salvinis lusitanos. Até prova em contrário, estas imitações de baixa qualidade parecem condenadas ao fracasso. Isso não significa, porém, que o país esteja livre de populismos da mesma espécie. Os riscos, porém, vêm de outras paragens, a mais óbvia das quais já é antiga, mas perdura por boas e más razões - o populismo territorial.