Dois jovens bailarinos portugueses selecionados para o Prix de Lausanne

Diogo de Oliveira e Frederico Loureiro, da Escola Domus Dança, no Porto, são únicos portugueses selecionados

Dois bailarinos portugueses, de uma escola do Porto, foram selecionados para competir na 45.ª edição do Prix de Lausanne, na Suíça, que decorrerá entre janeiro e fevereiro.

Diogo de Oliveira e Frederico Loureiro, da Escola Domus Dança, no Porto, são únicos portugueses selecionados para competir no Prix de Lausanne, criado em 1973 e que é gerido pela Fondation en Faveur de l'Art Chorégraphique.

De acordo com informação disponibilizada na página da Internet desta competição internacional de dança, no total foram selecionados 74 jovens bailarinos finalistas, representando 17 nacionalidades, após uma avaliação de 338 candidaturas (244 raparigas e 94 rapazes), de 36 países diferentes.

Destes 74 jovens bailarinos (35 raparigas e 39 rapazes), dois, ambos brasileiros, foram escolhidos no âmbito de uma pré-seleção que decorreu em outubro em La Plata, Argentina.

Este concurso internacional é aberto a jovens bailarinos dos 15 aos 18 anos e tornou-se conhecido por ser um dos mais exigentes concursos de dança a nível mundial, para estudantes em fase final de formação.

Esta edição do Prix de Lausanne decorrerá de 29 de janeiro a 05 de fevereiro.

Diogo de Oliveira e Frederico Loureiro, de 18 e 16 anos, respetivamente, têm conquistado prémios nas competições em que se apresentam.

Exclusivos

Premium

EUA

Elizabeth Warren tem um plano

Donald Trump continua com níveis baixos de aprovação nacional, mas capacidade muito elevada de manter a fidelidade republicana. A oportunidade para travar a reeleição do mais bizarro presidente que a história recente da América revelou existe: entre 55% e 60% dos eleitores garantem que Trump não merece segundo mandato. A chave está em saber se os democratas vão ser capazes de mobilizar para as urnas essa maioria anti-Trump que, para já, é só virtual. Em tempos normais, o centrismo experiente de Joe Biden seria a escolha mais avisada. Mas os EUA não vivem tempos normais. Kennedy apontou para a Lua e alimentava o "sonho americano". Obama oferecia a garantia de que ainda era possível acreditar nisso (yes we can). Elizabeth Warren pode não ter ambições tão inspiradoras - mas tem um plano. E esse plano da senadora corajosa e frontal do Massachusetts pode mesmo ser a maior ameaça a Donald Trump.