As quatro magníficas que prometem "não aborrecer"

Catarina Furtado, Daniela Ruah, Filomena Cautela e Sílvia Alberto são as apresentadoras de serviço

Foi num tom divertido que as quatro apresentadoras da Eurovisão deram ontem a primeira conferência de imprensa durante a preparação do evento. Ficámos a saber que Daniela Ruah sabe as "piadas picantes" todas, mas é quem chora quando é anunciado o vencedor a fingir nos ensaios. Filomena Cautela manteve o estilo provocador habitual e até combinou uma noite de copos com um dos jornalistas. Sílvia Alberto foi denunciando as qualidades das companheiras e acabou descrita como uma "tripla ameaça (bonita, inteligente e com um grande coração)". Catarina Furtado teve oportunidade de falar das causas mais sérias.

As quatro falaram ainda de como é trabalhar juntas, garantindo não haver entre elas a "famosa competição feminina". "Todas temos as nossas forças, quando alguém precisa de ajuda outra entra para ajudar. Somos uma equipa", assegurou Daniela Ruah. A atriz revelou ainda como explica aos americanos o que é a Eurovisão. "Tenho de lhes falar dos ratings. Eles têm os seus programas de música, e não sabem o que é, mas quando falo do espírito de cada país competir com uma música, acham o máximo, e quando digo que chega a 200 milhões de pessoas, percebem que é o superbowl da música."

Filomena Cautela, que vai estar na green room com os concorrentes, prometeu tentar encontrar perguntas novas: "Sou a que terei mais liberdade e vou tentar encontrar coisas diferentes e não vos aborrecer de morte", brincou.

Catarina Furtado espera manter as três companheiras na ordem, mas quer também aproveitar este palco para falar dos problemas importantes. "Acredito que o entretenimento pode fazer a diferença se queremos mudar o mundo, quando falamos para 200 milhões de pessoas, não vou perder a oportunidade de falar de coisas mais sérias. Por exemplo, como o facto de 800 mulheres morrerem por dia no parto. Se puder usar este palco espetacular vou fazê-lo, porque a violência acontece todos os dias, e as mulheres são o grupo mais ameaçado", sublinhou.

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