A Underdogs contou até três e virou-se para ver a arte urbana

A galeria dirigida por Alexandre Farto, conhecido como Vhils, e Pauline Foessel quis saber como vai a arte urbana portuguesa hoje. Chamou 11 criadores e o resultado é a sua SOMA

"A primeira ideia era utilizar um jogo. Em França é "un, deux, trois, soleil". Um, dois, três e tudo para. A ideia de parar e ver o que se passa." Aqui chamamos-lhe macaquinho do chinês. Assim explicava Pauline Foessel, responsável pela plataforma artística Underdogs com Alexandre Farto, de nome artístico Vhils, a conceção da exposição SOMA. O intuito era o de "ver o estilo dos artistas agora".

Por artistas entenda-se aqui artistas urbanos, e não se contemple apenas os que fazem graffiti, contem-se neles também todos aqueles que são "inspirados pelo que se passa no espaço urbano", explica a curadora no seu sotaque francês.

Quatro artistas chegam ao armazém 56 da rua Fernando Palha, no Poço do Bispo, Marvila, para nos falar do seu papel nesta Soma final. Não é por acaso que nela participam apenas artistas portugueses. Ali estão Gonçalo MAR, Maria Imaginário, Paulo Arriano e Pedro Matos que se somam a ±MaisMenos±, Add Fuel, AkaCorleone, Dwelle, Mário Belém, Pantónio e Wasted Rita num prenúncio do que será o próximo ano da galeria.

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