A ação bem-posta de Vaughn

"Kingsman: O Círculo Dourado", de Matthew Vaughn

O cinema ainda vai resistindo no meio das paisagens menos óbvias. Kingsman é dessas grandes produções cuja fachada do trailer sugere a ideia mais redutora: um pacote de ação cheio de efeitos especiais. No caso, esses ingredientes fazem parte de um receita sui generis, e neste segundo capítulo da franchise, Matthew Vaughn continua a fazer de tais elementos detalhes narrativos, escrita visual. A saber, se eles não existissem, a extravagância inteligente que envolve esta homenagem paródica aos filmes de espionagem não tinha o mesmo poder de simpatia. Trata-se, afinal, disso mesmo, de vestir bem as coreografias de violência, assim como os agentes usam os melhores fatos para salvar o mundo. Colin Firth, que tinha sido morto no filme anterior, está de volta para enfrentar uma maléfica Julianne Moore, ao lado dos colegas da alfaiataria.

Classificação: *** Bom

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