Volta a Portugal: Prólogo - Declarações

Declarações no final do prólogo da 80.ª Volta a Portugal em bicicleta, disputado hoje em Setúbal, no total de 1,8 quilómetros:
Publicado a
Atualizado a

Rafael Reis, Por, Caja Rural (vencedor do prólogo e líder da geral): "Acho que sim [arrisquei]. Aquelas curvas estavam bastante perigosas. A velocidade é bastante diferente de quando vamos a aquecer e a conhecer o percurso, mas já conhecia mais ou menos os truques do percurso, sou daqui, corri alguns riscos, ia caindo, mas acabou por correr bem.

O objetivo era conseguir a amarela aqui.

Correr aqui, com o apoio da minha família, acho que me deu mais força."

César Martingil, Por, Liberty Seguros-Carglass (segundo classificado do prólogo): "Foi uma prova no limite. Estar tanto tempo sentado e perder o lugar... Mas estou contente na mesma e estar no pódio é muito bom. Amanhã [quinta-feira], posso estar na discussão e posso estar de amarelo."

Raúl Alarcón, Esp, W52-FC Porto (vencedor da Volta em 2017): "Era um prólogo um pouco perigoso, não quis correr muitos riscos, porque há muito para perder e pouco para ganhar. Amanhã [quinta-feira], começamos com a corrida. As sensações são boas e vamos tentar outro dia [chegar à liderança]."

Domingos Gonçalves, Por, Rádio Popular-Boavista (quinto classificado do prólogo): "Este percurso estava bom. Disseram que tinha um pouco de água na curva, mas também para os outros tinha. Não arrisquei tanto nas curvas e perdi aí algum tempo. O Rafael [Reis] andou muito bem."

Vicente García de Mateos, Esp, Aviludo-Louletano (terceiro classificado da Volta a Portugal em 2017): "Foi muito curto, mas tive boas sensações. Acho que quando saímos havia muito mais vento contra. Estamos com tempo parecido com os primeiros, o que significa que as sensações foram boas.

A mim saiu-me o pedal naquela curva, quase caí, mas livrei-me. Agora vamos dia a dia tentar conquistar esta Volta."

Gustavo Veloso, Esp, W52-FC Porto (vencedor da Volta em 2014 e 2015): "É um prólogo muito explosivo para mim. Com os anos perdemos essa explosão. Muito explosivo e depois houve uma curva com muitas quedas e não quis correr risco nenhum. Apanhei as curvas por fora, que era para evitar ir por dentro, que era onde caíam todos os ciclistas, travei e não quis correr nenhum risco, porque o risco de ganhar um segundo é uma queda. No final, um segundo não é nada e uma queda pode estragar a Volta toda."

Artigos Relacionados

No stories found.
Diário de Notícias
www.dn.pt