Vestidos de cerimónia: ser elegante e não excessiva

Nos meses de primavera e verão tornaram-se"temporada oficial" de casamentos, "recasamentos", baptizados e afins.
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Estes rituais ancestrais tornaram-se festas que cada vez se parecem mais com momentos copiados de series de televisão e do cinema e desdobram-se agora em eventos na praia, no campo, à beira da piscina... isto significa que escolher uma roupa de cerimónia deixou de obrigar a fatos rígidos, com muitos brilhos e acessórios. Cada lugar pede um vestuário diferente. Se um casamento sob o sol do meio-dia pede um chapéu, outro na praia ao pôr-do-sol, pede uma headband florida, vestidos longos e fluidos. Já o campo sugere vestidos floridos e rodados, chapéus grandes e sandálias fáceis de tirar.

Na cidade já ficam bem os fatos de inspiração masculina, os jumpsuits acetinados, os vestidos anos 60 com saltos altos a preceito. Uma coisa há que reter: nada de excessos. A única pessoa ser excessiva neste dia é a noiva ou a criança baptizada.

Tudo o resto deve ser elegante mas simples. Assim nunca se erra. Os vestidos compridos, armados e cheios de ornamentos estão absolutamente proibidos. Os brilhos devem servir para adornar e não para ofuscar o mundo em redor e os penteados complicados que obriguem a uma postura rígida farão da festa uma tortura. Resumindo: classicismo e arrojo q.b não a deixarão ficar mal.

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