Senti-me melhor a fazer de vilão

O actor de "Podia Acabar o Mundo" não esconde que foi no cinema que se sentiu mais realizado por dar vida a um vilão.
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Foi com o Raimundo de "Podia Acabar o Mundo" (SIC) que Paulo Azevedo se afirmou como actor, mas é com Miguel no filme "Suave Milagre" que concretiza a grande vontade de fazer de mau da fita. "Senti-me melhor a fazer de vilão do que a fazer de herói na novela", disse o actor, que nasceu com algumas limitações físicas. No filme do realizador Carlos Leitão, com estreia marcada para o próximo ano, Paulo Azevedo estreia-se no cinema e passa metade da "longa-metragem em cadeira de rodas". Só no final se percebe que a personagem, afinal, tem pernas e pode andar. O actor afirma-se livre para trabalhar em qualquer projecto e em qualquer estação: "Não fecho a porta a qualquer canal. Sou um actor livre no mercado."

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