Santander e JP Morgan admitem renegociar 'swaps'

Os dois bancos, cujos contratos representam a maior perda potencial (1,9 mil milhões) para seis empresas públicas abrem a porta a novas reuniões com o Governo. Um dos contratos tóxicos, o da Carris com o Santander, foi validado pela Inspeção-Geral das Finanças.
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A secretário de Estado do Tesouro, Maria Luís Albuquerque, disse na sexta-feira que não tinha sido possível chegar a acordo com os dois bancos em dois meses de negociação.

O Santander emitiu um comunicado na sexta-feira à noite dizendo que o banco tinha "apresentado propostas muito favoráveis ao Estado, que infelizmente foram rejeitadas".

As exigências do Governo passavam por descontos superiores a 50% face às perdas potenciais identificadas, mas tal não foi aceite pelos bancos, que fizeram contra-propostas mais "conservadoras", escreve o "Diário Económico".

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