RTP prepara drama hospitalar

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Ambientada na ala de partos de um hospital privado prestes a fechar portas, a nova série da RTP, Maternidade, introduz a ficção da estação nos dramas hospitalares, a partir de um original italiano, Naciere, adaptado pelo guionista Pedro Lopes.

Lúcia Moniz, no papel de obstetra que se vê obrigada a salvar a unidade hospitalar e aceita o cargo de directora. Os actores Joaquim Horta, Custódia Gallego, José Fidalgo, Cláudia Semedo completam o elenco. Isabel Figueira tem aqui uma nova oportunidade na área da representação, como enfermeira.

Realismo é palavra a reter nesta série, assegura o realizador, Sérgio Graciano, que assinou séries como Liberdade 21, Lua Vermelha e Conta-me como Foi. "Um parto será visto como um parto", afirma, a título de exemplo. "Quero acreditar que não será uma série convencional", acrescenta.

Num ponto, Maternidade já fará a diferença em relação a outros produtos televisivos. Pretendem gravar o máximo de cenas possível por ordem cronológica. "Para os actores entrarem bem na personagem", defende o realizador. Só os exteriores da série (correspondentes a 30% do total de cenas) saem fora destas contas.

As gravações começam na segunda-feira e também já há data para a conclusão dos trabalhos: 24 de Julho. "O sucesso de uma série, e de uma produção, também é o sucesso da empresa", sublinha o realizador da SP Televisão. A produtora grava actualmente a co-produção luso-angolana Voo Directo, com Soraia Chaves, Micaela Reis, Maya Booth e Erica Chissapa, e fez Cidade Despida, actualmente em exibição na RTP.

A série de 13 episódios, cada um com uma duração de 45 minutos cada, deverá estrear aindaeste ano.

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