Rituais e possessões satânicas, relações incestuosas ou proibidas, tortura de escravos ou bruxaria. Tem sido assim American Horror Story ao longo dos seus 38 episódios. E a chegada de uma nova temporada (que se estreia esta noite em Portugal, na Fox), parece confirmar que neste formato não há mesmo lugar para temas tabu..Intitulada Freak Show, a quarta temporada leva os seus espectadores até um circo de horrores, onde não faltam artistas com mãos e braços deformados, pernas amputadas, uma anã e gémeas siamesas, todos marginais e excluídos da sociedade. Coordenado por uma aparentemente normal e saudável alemã, Elsa Mars (Jessica Lange), o circo Freak Show põe o dedo na ferida da palavra preconceito.. Também autor da série Glee, que se gere pelo mesmo tema, Ryan Murphy volta a glorificar a diferença e a recusar os estereótipos nestes novos episódios, tendo contratado uma atriz transgénero, a mulher mais pequena do mundo (que tem o recorde no Guinness), o músico Mat Fraser, que sofre do síndrome de focomelia (malformação congénita nos membros superiores e inferiores) e Rose Siggins, conhecida como "mulher de meio-corpo". .Um tema muito presente em Freak Show, mas que se junta a outros como racismo, sexo, violência, crime e religião que marcaram Murder House, Asylum e Coven, as três primeiras temporadas de American Horror Story..Leia mais ma edição impressa ou no e-paper