Queiroz procura anónimo do amuleto do título mundial Sub-20 há 30 anos

No dia 30 de junho de 1991, Portugal conquistou o segundo título mundial da história, num jogo épico com o Brasil, no Estádio da Luz.
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Trinta anos depois ainda se fala nisso. No dia 30 de junho de 1991, a seleção nacional revalidou o título mundial de sub-20, em Lisboa - dois anos e três meses após o inédito triunfo em Riade. Num Estádio da Luz a abarrotar pelas costuras com 127 mil pessoas (a segunda maior assistência de sempre em provas organizadas pela FIFA), Portugal venceu o Brasil na final (4-2 nos penáltis, após um 0-0 no prolongamento).

Um jogo memorável que o então selecionador nacional, Carlos Queiroz, não esquece. "Nesse dia, antes dos penáltis contra o Brasil, alguém se aproximou de mim (creio que um bombeiro), colocou-me uma espécie de amuleto na mão e disse-me que íamos ganhar. Acreditávamos muito no nosso trabalho, na nossa preparação e na nossa competência, mas cerrei a mão como se isso me fizesse acreditar ainda mais. No final a vitória sorriu-nos", recordou no Instagram lançando um apelo: "Nunca conheci essa pessoa, mas gostava de encontrá-la."

Para Queiroz esse anónimo representava o país e de alguma forma ajudou "à mudança" do futebol português: "Aqui presto o meu tributo a todos. E aqui renovo o agradecimento aos grandes obreiros daquela vitória, os jogadores, bem como à equipa técnica e demais envolvidos. Como dizia o meu "irmão" Nelo Vingada, ganhávamos mal, mas divertíamo-nos à brava! Obrigado!"

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