Apesar de ser um objecto imenso e imensamente brilhante, o quasar ULAS J1120+0641, que é até hoje o mais antigo e distante avistado pelos astrónomos, exigiu aos seus descobridores cinco anos de trabalho para se deixar encontrar. Mas, garantem os cientistas, valeu a pena, porque ele confirma que, quase logo no início, o universo era um "sítio" cheio de vitalidade. A descoberta é publicada na Nature..Leia mais pormenores no e-paper do DN