Praga de ratos assola jardins junto ao Louvre

O Jardim das Tulherias, um dos mais famosos do mundo, combate desde a semana passada uma proliferação de ratos que tem afugentado turistas do célebre Museu do Louvre, em Paris.
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Os ratos, que circulam livremente nos jardins públicos onde muitos fazem piqueniques, têm-se tornado um problema recorrente no local, possivelmente devido ao calor e aos restos de comida que as pessoas ali deixam.

Xavier Francolon, o fotógrafo que noticiou a praga, mostrou à revista Le Point estar surpreendido com a reação de algumas pessoas, que parecem indiferentes à presença dos animais. "As pessoas dormiam na relva enquanto os ratos corriam uns atrás dos outros mesmo ao seu lado", disse. "As crianças aproximam-se deles como se fossem pombos e pessoas que fazem piqueniques comem como se não estivessem lá."

Habitual no metro e nas margens do rio Sena, a praga tem atraído a atenção da imprensa nacional por se encontrar num dos pontos mais visitados da capital francesa. Segundo o jornal Le Parisien, o Museu do Louvre multiplicou as operações de desratização nos jardins, mas ainda não foi capaz de eliminar os roedores.

O Louvre, que é responsável pela manutenção dos jardins juntamente com o Ministério da Cultura, disse esta segunda-feira, num comunicado, que são realizadas operações preventivas duas vezes por mês e com maior frequência nos meses de verão. No entanto, o museu viu-se obrigado a chamar uma empresa de desratização com urgência, na semana passada, para minimizar a proliferação dos ratos.

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