PPM: fim do 1 de dezembro é um "ato de traição"

O PPM considerou hoje que a decisão do Governo de extinguir o feriado alusivo à Restauração da Independência (1 de dezembro) é um "ato de traição à afirmação simbólica da soberania e da liberdade nacionais".
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"É fundamental que o Governo não dê sinais errados em relação à nossa firme decisão de manter a soberania nacional e de transmitirmos intacto o legado histórico de que esta geração é a fiel depositária", refere o PPM num comunicado assinado pelo presidente do partido, Paulo Estêvão.

Para os monárquicos, "extinguir o feriado da Restauração é um erro trágico e uma traição à memória de todos os que, ao longo de séculos, construíram" para a "soberania e liberdade nacionais".

"A Restauração de 1640 continua a ser um marco importante para a nossa memória histórica. Nas atuais circunstâncias, em que o país voltou a integrar um grande projeto político à escala europeia, o 01 de dezembro de 1640 é um marco psicológico e um capital histórico que não deve ser esquecido ou alienado", defende o PPM.

Nesse sentido, o PPM considera que "o Governo não podia ter escolhido piores circunstâncias para extinguir um símbolo da liberdade nacional", frisando que o tempo em que vivemos é de "afirmação da soberania nacional".

"Esta decisão do Governo PSD/CDS ficará na História como um símbolo de subjugação aos interesses estrangeiros e de capitulação no contexto da nossa memória e da nossa História. E isso é algo que nós jamais perdoaremos", conclui o comunicado da Comissão Política Nacional do PPM.

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