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Pequeno-almoço em risco por falta de qualidade da comida
Muitas escolas não aderiram porque dependem do que as empresas podem dar, e o que dão nem sempre tem variedade suficiente para fazer um pequeno-almoço saudável. Por exemplo, só sumos e bolachas.
O programa do Ministério da Educação e Ciência (MEC) de distribuição de pequenos-almoços por crianças carenciadas está a ser um fracasso. As escolas queixam-se de falta de informação e que as empresas de distribuição não estão a oferecer alimentos suficientes e com qualidade para compor um pequeno-almoço equilibrado.
Tudo isto faz com que o programa, quando está aberto a todas as escolas, tenha ainda menos alunos do que quase estava na fase piloto, que decorreu em junho: De 12 mil passaram a 7672.