Paul McCartney temeu pela própria vida após o assassinato de John Lennon

"Olhei pela janela e vi uma pessoa com uma arma semiautomática", conta o antigo Beatle. "E depois vi que era um grupo deles".
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Após o assassínio de John Lennon em 1980, ao sair do seu apartamento em Nova Iorque, Paul McCartney e os restantes antigos membros dos Beatles ficaram assustados, confessou o artista à revista Uncut. McCartney lembrou mesmo um momento em que viu um grupo de homens armados à porta de sua casa.

"Foi estranho porque nos dias que se seguiram, eu estive por casa", contou Paul McCartney à Uncut. McCartney vivia numa zona de bosques no sul da Inglaterra. "Olhei lá para fora e vi alguém com uma arma, uma semiautomática". O homem que McCartney via no bosque junto à sua casa estava vestido com equipamento militar, e depois McCartney apercebeu-se de que havia mais. "Era um grupo deles. Pensei, 'Porra, o que está a acontecer?'"

"Liguei para a polícia. Eram manobras do exército", concluiu o músico na entrevista em que falou do período após a morte do seu amigo John Lennon. "Meu Deus, nem sei como sobrevivi. Nem sei como não caí logo morto de susto".

Paul McCartney, hoje com 72 anos, confessou recentemente que deixou de fumar canábis por causa dos filhos e dos netos, embora tenha sido fumador assíduo durante décadas. McCartney experimentou a droga pela primeira vez com Bob Dylan.

O músico permanece ativo, tendo lançado recentemente uma canção com Kanye West.

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