A cantora alega que a presença constante do paparazo junto ao iate onde esta se encontrava no porto de Sidney, na Austrália, colocou a sua vida, e a das pessoas que a acompanhavam, em perigo..Por seu turno, no julgamento que está a decorrer num tribunal australiano, o advogado contratado pelo fotógrafo, Roland Day, declarou à imprensa que havia duas versões do acontecimento e que o seu cliente não teve oportunidade de expor a sua perante a juíza..Segundo o site espanhol 20 minutos, a juíza Jacqueline Milledge ordenou que a próxima audiência fosse marcada para dia 22 de novembro. E é, precisamente durante este período, que o paparazzo está impedido de se aproximar da cantora.