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Os limites da discrição
Vivemos numa era dos homens-fortes, alinhados numa cultura de agressividade externa, paroquialismo identitário, <em>bullying </em>negocial e lógica de soma nula. O problema é que o perfil está ao leme de grandes potências, desequilibrando o sistema a seu favor, alterando a sua natureza liberal. Portugal, no meio desta transição, terá alguma coisa a dizer?

