O documentário que mostra o lado terrível de Steve Jobs

Um maníaco injusto, traidor, teimoso, sem empatia cujos produtos nos tornaram isolados e viciados em tecnologia defende Alex Gibney em <em>Man in the Machine.</em>
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Quando Steve Jobs morreu, há quatro anos, a comoção que varreu as redes sociais e a indústria tecnológica intrigou o realizador Alex Gibney. Porque é que havia pessoas a chorar e a deixar velas à porta de lojas da Apple? Jobs não era um artista consagrado, um político inspirador ou um filantropo exemplar. Era alguém que nos vendia coisas de que não sabíamos que precisávamos. O culto do fundador da Apple, que sempre se misturou com o culto dos produtos da marca, foi exaustivamente abordado em milhares de artigos e vários livros, um filme com Ashton Kutcher e outro que está agora a ser rodado pela Universal. Mas Alex Gibney, o realizador que pôs toda a gente de boca aberta com o documentário sobre a cientologia e que venceu um Óscar com Taxi to the Dark Side em 2008, achou que parte da história estava por contar. É isso que faz no documentário Steve Jobs: Man in the Machine (O Homem na Máquina), que acaba de estrear no festival South by South-west, no Texas.

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