NOVO TÍTULO: Bienal BoCA encerra no domingo com concerto de Jenny Hval em Lisboa

CORRIGE O TÍTULO ANTERIOR: "Bienal BoCA encerra na sexta com concerto de Jenny Hval em Lisboa".
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Um concerto da norueguesa Jenny Hval encerra no domingo, no Lux Frágil, em Lisboa, a primeira edição da BoCA - Bienal de Arte Contemporânea, cuja programação apresenta os últimos espetáculos e exposições esta semana.

Com direção artística de John Romão, esta primeira edição da BoCA está a apresentar, em Lisboa e no Porto, desde 17 de março, 15 espetáculos em estreia mundial num contexto transdisciplinar, das artes visuais e performativas à música.

Jenny Hval, da área da experimentação pop, vai realizar o concerto de encerramento do evento, mostrando o seu trabalho mais recente, "Blood Bitch", em que aprofunda o que "Apocalypse, Girl" já avançava.

Até domingo, o público ainda pode ver, entre outros espetáculos, no âmbito da BoCA, a estreia nacional de "Meurtrière", de Philippe Grandrieux, no Cinema São Jorge, na quinta-feira, com os bailarinos Émilia Giudicelli, Vilma Pitrinaite, Hélène Rocheteau, e Francesca Ziviani.

"Estrelas Cadentes (Metal e Melancolia)", de Ana Borralho e João Galante, é uma performance/instalação em estreia mundial da dupla de artistas que estará no Pavilhão Branco do Museu da Cidade, em Lisboa, na sexta-feira e no sábado.

Este trabalho aborda "a experiência de estrada, do metal e da melancolia, através do som tocado ao vivo com instrumentos musicais e de uma componente visual que evoca tanto uma ânsia pela velocidade, como dita a imersão e a solidão, ainda que acompanhada", segundo a programação.

O conceito, direção artística, som, luz, espaço, e adereços são da autoria de Ana Borralho e João Galante, e a performance é levada a cabo por ambos, com a artista ao piano e o artista na guitarra elétrica.

Entre quinta-feira e domingo, Mariana Tengner Barros apresenta no Museu do Chiado, "Instructions for the Gods-i4gods", com nove danças-mantra para a ativação do transe, segundo a programação.

A coreógrafa e bailarina Mariana Tengner Barros tem vindo, nos últimos anos, a "procurar memórias adormecidas do inconsciente coletivo, rituais invocados, inventados, o despertar de entidades".

Em "Instructions for the Gods-i4gods", a artista levanta a questão: "E se tivéssemos a capacidade de descobrir como alcançar estas estradas de conexão e relembrar aquilo que julgamos não saber?".

O trabalho, que envolve música de Jonny Kadaver e dura cinco horas, durante as quais o público pode entrar e sair, foi criado também e em colaboração com o designer de moda Estelita Mendonça.

A bienal tem vindo a apresentar, desde a segunda quinzena de março, espetáculos e exposições de quatro dezenas de artistas portugueses e estrangeiros, entre os quais Vera Mantero, Gilles Delmas, Damien Jalet, Aram Bartholl, Marino Formenti, Ricardo Jacinto, Thianzuo Chen, Cecília Bengolea, Jan Martens e Hector Zamora.

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