"Há três condições que têm que ser asseguradas para que possamos vender as nossas acções na SAS: a transação deve ter como objetivo manter os empregos, deve sempre existir uma boa oferta de voos para servir a Noruega e, em terceiro lugar, teremos de obter um bom preço", disse o ministro Trond Giske, citado pela agência noticiosa norueguesa TDN Finans..As acções da SAS acabaram o dia a subir 11,2% na bolsa de Estocolmo, apesar de Trond Giske ter afirmado que a Noruega não está em conversações para vender a sua participação na SAS, detida em 50% pelo Estado sueco - que tem 21,4% - e pelos Estados dinamarquês e norueguês, com 14,3%..Já na segunda-feira, os títulos da SAS na bolsa sueca (a transportadora está também cotada na Dinamarca e Noruega) tinham ganho 11%, depois do jornal económico dinamarquês Boersen ter noticiado que as companhia aéreas Air France-KLM, a alemã Lufthansa e a britânica British Airways se preparavam para uma batalha pelo controlo do grupo escandinavo. No início de 2010, a Suécia, a Noruega e a Dinamarca manifestaram abertura para vender a totalidade ou parte da sua posição no capital da SAS, que tem vindo a acumular perdas nos últimos anos.