"Não há retas, quase não há tempo para respirar. Tirar a cabeça para virar a 330km/h é mais complicado, tudo se torna mais curto pelo poder de aceleração da moto e o que antes eram pequenas retas agora não é nada". Foi desta forma que o piloto Miguel Oliveira descreveu, em declarações à SportTV, a sensação de conduzir uma KTM RC16, moto com que a equipa austríaca participa no Mundial de MotoGP."Foi um momento emocionante estar aos comandos desta KTM, desde o poder de travagem à aceleração, tudo é uma experiência nova para mim que ainda estou a tentar absorver todas as sensações destas duas saídas. As primeiras impressões são muito positivas. Logicamente que a primeira vez é um pouco estranho porque não é a nossa moto, nada daquilo a que estou habituado. Mas logicamente que com mais dois ou três dias - que não vou ter mas gostaria - eu vou ao sítio", acrescentou o piloto de Moto2, que testou a moto em Aragão.