"O paciente ser um doente em estado terminal. Estava muito pálido e abaixo do peso", disse Senneff, acrescentando que era até possível ver as costelas de Michael Jackson..Senneff disse ainda perante o júri que o médico pessoal de Jackson, Conrad Murray, parecia "frenético", e não referiu que o cantor tinha recebido o anestésico propofol..Recorde-se que este processo foi aberto pela mãe do cantor, Katherine, que acusa a produtora de espetáculos AEG Live de ter sido negligente ao contratar Conrad Murray para acompanhar o seu filho na preparação de vários concertos em Londres, que não chegaram a acontecer, pois Michael Jackson viria a morrer pouco tempo depois.