Kriol Jazz de Cabo Verde e Sines entre os melhores do mundo

A revista inglesa Songlines avaliou o Kriol Jazz Festival, em Cabo Verde, e o de Sines, entre os melhores 25 festivais do mundo, incluindo eventos nos Estados Unidos e França, foi hoje noticiado.
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O Kriol Jazz Festival, que decorrerá de 10 a 14 de abril, é promovido pela Câmara Municipal da Cidade da Praia, e tem trazido a Cabo Verde nomes importantes da música crioula de vários países com diferentes culturas musicais.

A edição "online" de hoje do jornal cabo-verdiano A Semana, na lista elaborada pela revista inglesa, além do Festival Músicas do Mundo de Sines, constam grandes eventos como o África Festival (Alemanha), Chicago World Music Festival (EUA), Druga Godba (Eslovénia), Essaouira Gnawa & World Music Festival (Marrocos), Ethno Port (Polónia), Festival on the Niger (Mali), e Jodhpur RIFF (Índia).

A revista britânica recomendou ainda festivais de outros países, como França (Musiques Metisses), Bélgica (Sfinks Festival), Hungria (Sziget), Austrália (WOMADelaide), entre outros.

A Semana adiantou que para promover e exportar a música cabo-verdiana, o Ministério da Cultura local, em parceria com a empresa de promoção de eventos e de venda de música Harmonia, pretende trazer para Cabo Verde grandes festivais culturais, bem como promotores e peritos da área.

Nesse sentido, e paralelamente ao Kriol Jazz Festival, a Cidade da Praia acolhe na mesma altura o Fórum Internacional da Música - MusiCaboVerde, evento que contará com a presença de vários profissionais cabo-verdianos e peritos internacionais.

Serão cinco dias de atividades como «workshops», «showcases», encontros e concertos.

O ponto alto, entre 12 e 14 de abril, será o Kriol Jazz Festival, que trará este ano, além de músicos e grupos cabo-verdianos, várias "estrelas" internacionais, como o congolês Manu Dibango e o pianista português Mário Laginha.

Da parte cabo-verdiana estarão em palco Mayra Andrade, Mirri Lobo, Tradison di Terra, Bob, Thurgot Theodat with Qu4rtet e Kola Beat, entre outros.

De fora vem a guineense de Conacri Sia Tolno, a cora do maliano Ballake Sissoko, o violoncelo do francês Vincent Segal, a velha escola de Louisiana, com Cedric Watson e Bijou Creoule, os norte-americanos de ascendência cabo-verdiana Tavares Brothers e os Soft, de Guadalupe.

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