Com uma segunda metade sensacional, os italianos recuperaram o atraso que levavam de 31 pontos na final, acabando por ganhar aos EUA por 213-190. Foi uma vitória suada, conseguida nos últimos jogos de um encontro de 128 mãos, que se prolongou por três dias. À entrada do derradeiro segmento, as duas equipas estavam empatadas. Todavia, um contrato de quatro Copas declarado e cumprido pelos transalpinos, em que os americanos deixaram jogar três Paus na outra mesa, decidiu o resultado..A Itália de Maria Teresa Lavazza reconquista a tão desejada Bermuda Bowl, o mais prestigiado título do bridge de competição, após 30 anos de jejum, obtendo assim o único troféu internacional que lhe faltava. Os novos campeões são Bocchi, Duboin, Fantoni, Lauria, Nunes e Versace. Como a equipa EUA2 venceu no play-off a Suécia, as medalhas de prata e de bronze são ambas americanas. .Francesas vingam-se. Numa repetição da final de Paris em 2001, as equipas femininas da Alemanha e da França reencontraram-se, mas desta vez as francesas vingaram-se da derrota sofrida em casa, impondo-se por 191-136. Mas os números enganam as equipas estavam empatadas a dois terços do encontro, só se tendo encontrado as vencedoras na parte final. A França conquista pela primeira vez a Venice Cup, a correspondente feminina da Bermuda Bowl. As heroínas são Daniele Gaviard, Bendicte Cronier, Nathalie Frey, Catherine d'Ovidio, Vanessa Reess e Sylvie Willard. O bronze foi para a Holanda, que ganhou aos EUA no play-off. .Na Sénior Bowl os EUA1 confirmaram o favoritismo, impondo-se à Indonésia noutra final também só resolvida nos últimos jogos. A equipa de Rose Meltzer, com Bates, Hayden, Sontag, Stansby e Weichsel ganhou o ouro, numa categoria em que se estreava no Estoril. No play-off a Dinamarca venceu a Holanda, conseguindo o bronze.