O resultado foi influenciado pela deflação de 0,56% no preço dos alimentos e bebidas. .No ano, a inflação acumula um crescimento de 2,22% e nos últimos 12 meses imediatamente anteriores a maio a subida dos preços ficou em 4,66%..Apesar da desaceleração, a inflação no Brasil ainda está acima da meta estabelecida pelo Governo central para 2019, que é de 4,25%..Pedro Kislanov, analista do Índice de Preços do IBGE, frisou que a desaceleração da inflação deveu-se, principalmente, a quedas importantes nos grupos de alimentação e bebidas, que teve redução de 0,63% em abril para -0,56% em maio, os preços no grupo dos transportes, que caíram de 0,94% para 0,07%, e de saúde e cuidados pessoais, de 1,51% para 0,59%.."Após subirem em abril, os preços dos alimentos com grande peso na cesta básica caíram devido ao aumento da oferta com a colheita do tomate, das frutas e da segunda safra do feijão", explicou Pedro Kislanov. ."Nos transportes, houve uma queda de 21,82% no preço das passagens aéreas. Já no grupo saúde e cuidados pessoais, a alta de 2,25% nos remédios em abril, devido ao reajuste anual, passou para 0,82% em maio", acrescentou o analista..Por outro lado, contribuíram para impulsionar a pequena inflação registada no período itens medidos no grupo habitação, que registou um crescimento de 0,98% e teve impacto de 0,15 pontos percentuais. .Esse grupo foi influenciado, principalmente, pelo aumento de 2,18% no item energia elétrica, devido a reajustes de tarifa e à entrada da bandeira amarela, que acrescentou um centavo de real a cada kW/h consumido nas contas de energia elétrica.