A Haas escolheu Kevin Magnussen para substituir o russo Nikita Mazepin - dispensado na sequência da invasão da Rússia à Ucrânia - para a temporada de 2022. A equipa norte-americana da Fórmula 1 promoveu assim o regresso do piloto dinamarquês, que representou a escudería de 2017 a 2020.."Fiquei obviamente muito surpreso, mas igualmente muito animado", afirmou Magnussen, que, no início deste mês tinha descartado um retorno à F1 com outra equipa. "Naturalmente, também quero agradecer a Gene Haas e Guenther Steiner pela chance de retomar minha carreira na Fórmula 1, eu sei o quão competitivos eles são e o quanto eles estão ansiosos para voltar a correr semana após semana. Sempre tivemos um relacionamento sólido e nossa associação positiva permaneceu mesmo quando saí no final de 2020. Fui informado o máximo possível sobre o desenvolvimento do VF-22 e o potencial do carro. Há trabalho a fazer, mas estou animado por fazer parte disso. Mal posso esperar para voltar ao volante de um carro de Fórmula 1 no Bahrein", finalizou o piloto..Magnussen vai fazer dupla com Mick Schumacher, filho de Michael Schumacher. Este fim de semana ainda será Pietro Fittipaldi a sentar-se no monolugar da Haas nos testes de pré-época. O mundial de F1 começa no dia 20 no Bahrain..Twittertwitter1501623385176092672.A Haas cortou também relações com a Uralkali, empresa detida pelo pai do atleta russo de 23 anos, um oligarca com conhecidas ligações a Vladimir Putin. O nome de Mazepin e do pai (Dmitry Mazepin) foram ontem acrescentados na lista de russos sancionados pela União Europeia. No relatório, hoje divulgado pela UE, surge detalhado um encontro entre Dmitry Mazepin e Vladimir Putin, presidente da Rússia, a 24 de fevereiro (dia da invasão russa à Ucrânia), juntamente com outros 36 empresários russos, com o fim de discutir os impactos da guerra no país.