Guarda, 01 mai (Lusa) - Foi atendendo à "falta de médicos no interior" que o hospital da Guarda atuou de forma "leve" e se limitou a aplicar multas a dois clínicos que usaram papel timbrado num abaixo-assinado enviado ao primeiro ministro, disse à Lusa o presidente da Unidade Local de Saúde..Segundo Fernando Girão, presidente do Conselho de Administração (CA) da Unidade Local de Saúde (ULS) da Guarda, a decisão que resultou de um processo disciplinar levantado aos médicos Henrique Fernandes e Matos Godinho foi, "de algum modo, não muito severa"..A direção não pode "demitir quer um oftalmologista [Henrique Fernandes] quer um anestesista [Matos Godinho]" porque tem "necessidade deles", acrescentou..Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.