Governo promete alternativas à banca para a capitalização das empresas

O objetivo é contribuir para a redução do endividamento com recurso ao crédito bancário
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O Governo promete encontrar novas medidas de apoios à capitalização das empresas, para reduzir o endividamento com recurso ao crédito bancário, uma tarefa que levou à criação da Estrutura de Missão para a Capitalização de Empresas.

No esboço do Orçamento do Estado para 2016 (OE2016), que foi hoje entregue na Assembleia da República e a que a Lusa teve acesso, o Governo explica que o organismo liderado por José António Barros conceberá e proporá novas medidas de apoio à capitalização das empresas, desenhando os instrumentos com o detalhe necessário à sua aplicação prática e identificando os recursos disponíveis em fundos públicos, nacionais, europeus e internacionais.

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Além disso, a Estrutura de Missão para a Capitalização de Empresas - criada em 17 de dezembro passado - proporá as alterações ou ajustamentos aos instrumentos de capitalização em vigor, com base na avaliação da sua eficácia e eficiência.

O objetivo é "promover o financiamento empresarial através de capitais próprios e contribuir para a redução do endividamento com recurso ao crédito bancário, nomeadamente encorajando o reinvestimento de lucros e evoluindo para uma maior neutralidade no tratamento do financiamento através de capital próprio ou de endividamento", explica o executivo no documento.

O antigo presidente da Associação Empresarial de Portugal (AEP) José António Barros será coadjuvado nesta estrutura, pelo ex-secretário de Estado João Nuno Mendes e por Esmeralda Dourado e Pedro Siza Vieira.

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