A reversão e o adiamento de medidas desenhadas pela troika para conter a despesa com o emprego público poderão implicar um rombo de 1,43 mil milhões de euros (0,9% do PIB) nas poupanças estimadas. O aviso do Fundo Monetário Internacional (FMI) chegou ontem através de um relatório sobre formas de gerir melhor o emprego e os salários na administração pública, e leva a instituição a insistir na necessidade de Portugal avançar com reformas estruturais.