O presidente da ADFA, José Arruda explicou, à saída da reunião com o chefe de gabinete do secretário de Estado da Defesa, Costa Neves, que este "reiterou que as questões relativas às pensões [decreto 137] não têm o direito de existir"..A reivindicação da ADFA surgiu na sequência de uma carta enviada pela Caixa Geral de Aposentações aos deficientes militares para que escolhem entre receber a remuneração salarial ou a pensão, no âmbito do decreto-lei que aprovou medidas para reduzir as despesas como determinado pelo Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) até 2013, como o Diário de Notícias hoje noticiou..O Ministério da Defesa Nacional (MDN) "reiterou a total razão dos deficientes das forças armadas", e que os militares da associação "não podem ser abrangidos por este decreto", adiantou José Arruda..A reunião com o Ministério da Defesa Nacional decorreu esta manhã, em Lisboa, e visou pedir a suspensão da decisão que, segundo o presidente daquela associação é "abusiva e intimidatória"..O presidente da associação ressalvou, no entanto, que ainda falta "isso escrito no papel", e assinado pelos "secretários de Estado do Orçamento e dos Assuntos Fiscais" para poderem "acalmar os associados" e nas "próximas horas", acrescentou o antigo combatente..A delegação da ADFA era composta por José Arruda acompanhado dos vice-presidentes Lopes Dias e Garcia Miranda, que reuniram com o chefe de gabinete Costa Neves e Felicidade Batista.