D. Duarte defende "revolução nacional cultural" contra "absurdos" programas escolares

O pretendente ao trono português, D. Duarte Pio de Bragança, defende uma "verdadeira revolução nacional cultural" contra os "absurdos" programas escolares, classificando de "mentira" a História de Portugal que se ensina nas escolas.<br />
Publicado a
Atualizado a

"Tenho muitas vezes de explicar [ao filho Afonso] que o que ensinam no programa oficial [de História de Portugal], a maior parte é mentira", disse D. Duarte, quinta-feira à noite, durante uma tertúlia no Casino da Figueira da Foz.

Respondendo a uma pergunta da jornalista Fátima Campos Ferreira, anfitriã da tertúlia "125 minutos com...", sobre o acompanhamento do percurso escolar do filho, D. Duarte acrescentou que História de Portugal retratada nos manuais escolares "é propaganda política".

"Tem muito pouco de objectividade. Hoje em dia quase não há mais História de Portugal no ensino oficial (...) em geral o que é negativo é que é salientado, o que havia de muito bom na nossa História é considerado politicamente incorrecto, não vá despertar sentimentos nostálgicos", argumentou.

E continuou: "Os programas escolares de História são francamente anti-portugueses, em geral".

"Há o objectivo de provar que Portugal não tem razão de ser, não é viável como País. Estão a preparar tudo para entregar [Portugal] a Espanha".

Para além de "absurdos", classificou os currículos escolares de perniciosos para a Pátria, dando ainda o exemplo dos programas da disciplina de Português que fazem com que os alunos não aprendam a escrever "e, sobretudo, não aprendam a pensar".

Artigos Relacionados

No stories found.
Diário de Notícias
www.dn.pt