Os três diretores do IndieLisboa - Nuno Sena, Miguel Valverde e Rui Pereira - explicaram na noite de abertura do festival como, apesar do contexto economicamente difícil, tentaram manter altas as fasquias de exigência ao programar a nona edição do festival. Não quiseram usar a palavra "crise" e apresentaram uma edição com mais de duzentas sessões que, até dia 6 de maio propõe novamente a Lisboa um festival na linha do que tem sido a história do IndieLisboa e que entre várias apostas e focos de atenção destaca a maior presença de cinema português. .Em noite de abertura foi apresentado o filme Dark Horse - Diário de um Falhado, de Todd Solonz. .Leia no blogue Sessões Contínuas a opinião sobre este filme