Desde 2016 que a campanha "Direito a viver sem mutilação genital feminina" é afixada nos períodos de férias nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro. .Cartazes e panfletos são os meios para alertar os cidadãos de países como a Guiné-Bissau, onde esta forma de violência persiste por razões de tradição. .A mutilação tira às mulheres "o seu direito à integridade física e psicológica", refere-se numa nota da secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade.