Aplicação móvel mostra ícones da Nazaré em realidade aumentada

Os visitantes do Forte de S. Miguel, na Nazaré, vão passar a dispor, a partir do dia 12, de uma aplicação móvel que através de realidade aumentada mostrará a mediática onda, o canhão ou navios afundados na região.
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Denominada 'Nazarépic', a aplicação móvel vai ser lançada na próxima quinta-feira, no Forte de S. Miguel, onde poderá ser descarregada pelos visitantes e proporcionar "uma experiência virtual única", divulgou hoje a Altice Portugal.

Partindo da projeção internacional nunca antes alcançada pela Nazaré, a app 'Nazarépic' "permitirá conjugar surf, história, paisagem, lendas, usos e costumes, dando a conhecer a cultura e a identidade do município", revelou a empresa num comunicado.

Na prática, para os visitantes que descarregarem a aplicação nos telemóveis, ao longo da visita ao Forte, "poderão ver através de uma solução de realidade aumentada elementos icónicos da história da Nazaré", explicou à Lusa fonte da empresa.

Num dos terraços do Forte "surgirão imagens de um navio de combate alemão afundado naquela zona a 20 de maio de 1949", enquanto noutro ponto do percurso será possível visualizar imagens e informações sobre "o canhão [um desfiladeiro submarino com uma extensão de 221 quilómetros que atinge cerca de 5000 metros de profundidade e que está na origem das ondas gigantes], a onda ou os surfistas mais emblemáticos ligados às ondas gigantes", adiantou a mesma fonte.

A aplicação "estará disponível gratuitamente para equipamentos de qualquer rede", tendo apenas o custo relativos aos dados utilizados, "para que possa ser acessível a todos os que visitam o Forte e pretendem ter acesso a conteúdos mais didáticos e pedagógicos sobre a história, cultura e património da Nazaré", referiu ainda.

O desenvolvimento da aplicação, em parceria com a agência Laranja Mecânica, demonstra, segundo Alexandre Fonseca, presidente executivo da Altice Portugal, citado numa nota de imprensa, a aposta da empresa em "inovação", sem descurar "a proximidade, nem as características naturais do nosso território".

Para o presidente do Turismo Centro Portugal, Pedro Machado, esta solução tecnológica "é um fator acelerador e potenciador do turismo em toda a região da Nazaré, posicionando-se junto de portugueses e estrangeiros como um cartão-de-visita fundamental para gravar em pedra e tornar sempre viva a especificidade tão grande do ser português", pode ler-se na mesma nota de imprensa.

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