Ajuda do BCE à retoma é anulada pela crise dos emergentes

Bruxelas explica de onde vem o crescimento em 2016. Petróleo barato ajuda mais que BCE. Frankfurt ajuda tanto como o efeito da entrada de refugiados
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A ajuda do Banco Central Europeu (BCE) à retoma da economia da zona euro é quase uma gota no oceano, mostra um estudo da Comissão Europeia. O contributo das medidas de expansão monetária (quantitative easing ou QE) para o crescimento de 2016 é totalmente anulado pela subida do valor do euro e mais do que anulado pela crise de procura dos países emergentes.

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