'Aqui Não Há Quem Viva' põe SIC na peugada dos 'Gatos'

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Dois apartamentos vezes três andares, famílias que se cruzam no elevador ou na entrada, os dramas e alegrias de todos os dias, de todas as pessoas. É neste cenário aparentemente normal que ganham forma os 26 episódios de Aqui Não Há Quem Viva, a sitcom que a SIC estreia hoje no horário nobre (22.15), concorrendo com o Gato Fedorento, à mesma hora, na RTP1.

Depois, porque cada prédio é um universo único - e neste, em particular, coabitam diversas faixas etárias e tipos sociais, desde a família média, as duas irmãs idosas e o casal gay, até à senhora com o filho divorciado, as duas amigas e o jovem casal recém-junto -, o novo programa da Teresa Guilherme Produções aposta no perfil da comédia ligeira, na mesma linha de 7 Vidas.

Aqui Não Há Quem Viva assume-se como uma série para rir, protagonizada, entre outros, por Nicolau Breyner, Rosa Lobato de Faria, Maria João Abreu, Soraia Chaves, Diogo Morgado e Natalina José, e pensada para reflectir a vida da maioria dos portugueses. Dos espanhóis também, uma vez que foi adaptada de uma série de grande sucesso no país vizinho.

Passada num bairro de Campo de Ourique, a comédia apoia-se ainda num prédio reproduzido por inteiro num estúdio de televisão, no colorido de mais de 20 décors e na experiência de um elenco de mais de 18 actores.

Uma família dos diabos

A chegada de Rui (Martinho Silva) e Cristina (Carla Salgueiro) ao apartamento que acabaram de comprar dita o ponto de partida de todos os dramas domésticos que se seguem. Terão de conhecer os outros inquilinos, lidar com eles, aceitá-los na família. E aprender a rir das situações de modo a garantirem uma sanidade muitas vezes abalada pelos companheiros. Entre eles Conceição, a solteirona e bisbilhoteira criada por Rosa Lobato de Faria.

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