Premium Nos bastidores dos segredos da Disneylândia

Não há lixo e há uma palavra quase proibida. Do portão que diz Disneyland para dentro fazem tudo para que o visitante seja o verdadeiro rei.

Nos bastidores da Disney, entre aqueles que recebem os visitantes, quase 150 milhões em 2017 (15 milhões só em em Paris), circula uma espécie de piada: "Eles até conseguem fazer chover artificialmente só para vender mais impermeáveis." Uma forma hiperbólica, sem dúvida, de dizer que nada se faz ao acaso aqui, onde tudo é pensado para agradar às crianças - miúdas e graúdas.

Para lá dos portões da Disneyland, há uma palavra que raramente vai ouvir: não. "Dizem-nos logo na formação para evitar. Sugerem-se alternativas", diz uma antiga funcionária ao DN, preferindo manter-se anónima. Príncipes, princesas, heróis e heroínas são importantes, mas "o verdadeiro rei é o visitante", acrescenta. "Tudo é pensado para o cativar."

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Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.