Mérito é "dos dois governos", diz Marcelo sobre saída do Procedimento por Défice Excessivo

Presidente fez referência ao mérito "determinante" do ex-primeiro-ministro Pedro Passos Coelho

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou hoje que o mérito da saída de Portugal do procedimento por défice excessivo é "dos dois" governos, o atual e o anterior.

Questionado pelos jornalistas sobre de qual governo é o mérito da decisão da Comissão Europeia, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu apenas: "dos dois". E escusou-se a fazer mais declarações.

O Presidente da República falava à saída da cerimónia de entrega dos prémios de jornalismo da AMI (Assistência Médica Internacional), na Fundação Calouste Gulbenkian, à qual também assistiu o líder do PSD, Pedro Passos Coelho.

Ao saudar a presença de Passos Coelho na cerimónia, Marcelo Rebelo de Sousa fez referência ao mérito "determinante" do ex-primeiro-ministro: "Hoje a justo título partilhando o júbilo de todos os portugueses por ter contribuído de forma também determinante para também para esse júbilo", disse.

Segundo a assessoria de imprensa da AMI, todos os partidos políticos foram convidados a participar na cerimónia, mas apenas o PSD e o PAN se fizeram representar.

A Comissão Europeia recomendou hoje ao Conselho de Ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin) o encerramento do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) aplicado a Portugal desde 2009.

Bruxelas defendeu também que Portugal deve garantir que a correção do défice excessivo é duradoura e que "serão necessárias mais medidas a partir de 2017" para cumprir as regras do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC).

Portugal terá, assim, de "prosseguir o seu esforço orçamental em linha com as exigências do braço preventivo do PEC, o que implica um esforço orçamental substancial em 2018", acrescentou o executivo comunitário.

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