Filho de euromilionário queria que pai o sustentasse. Tribunal recusou

Durante dois anos, Michael Dawes e a companheira gastaram 1,8 milhões de euros. Quando o dinheiro se acabou quis mais mas não teve sorte nenhuma

Foi em tribunal que se resolveu mais um caso relacionado com o euromilhões. Agora foi no Reino Unido, onde um homem queria que o pai, vencedor de 101 milhões de libras (117,5 milhões de euros) naquele jogo, o sustentasse o resto da vida depois de ter esbanjado os 1,8 milhões de euros que este lhe havia dado. O juiz considerou que o euromilionário não tinha a obrigação de patrocinar o "filho profano".

Dave e Angela Dawes, 53 e 49 anos, respetivamente, de Wisbech, Cambridgeshire, ganharam o euromilhões em 2011 num valor que chegou aos 117,5 milhões de euros. Terão pensado que nunca mais precisavam de se preocupar com dinheiro e o mesmo pensou o filho, Michael Dawes, e o companheiro, que largaram os empregos e, ao longo de dois anos, gastaram 1,8 milhões de euros que o pai lhe foi dando.

Quando Dave Dawes recusou ao filho mais dinheiro, este decidiu ir para tribunal. Só que o juiz não se deixou convencer pelos seus argumentos e chamou-o de "filho profano".

O tribunal concluiu que Michael Dawes assumiu que o pai lhe continuaria a dar dinheiro eternamente como fez durante aqueles dois anos, algo que o juiz considerou "surpreendente" e "muito acima das suas possibilidades".

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