A indústria da construção nacional continua a sofrer duramente os efeitos da crise do petróleo no mercado angolano. O presidente do Sindicato da Construção Civil, Albano Ribeiro, garante que há cerca de 80 mil trabalhadores portugueses com salários em atraso em Angola e que, pelo menos, mil destes operários que virão passar o Natal a casa "já não regressarão" a África..Números que Reis Campos, presidente da Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), diz não ter condições de confirmar, embora admita que a situação em Angola é muito complicada.